Toulouse Lautrec pintou o extraterrestre Ashtar Sheran

Durante uma sessão de pintura mediunica, o médiun Germano Rehder surpreendeu a todos quando o espirito Toulouse Lautrec pintou o extraterrestre Ashtar Sheran na tela.





Psicopictografia do Comandante das naves interplanetárias Ashtar Sheran (São Miguel Arcanjo) por Toulouse-Lautrec através Germano Rehder.Sessão realizada dia 1 de julho no Espaço Vida&Consciência-Rio.

Evolução



Não sabemos o futuro, esse mundo em que vivemos é uma aventura. O ser humano é eterno, indestrutível pois é espírito e mesmo inconsciente sabemos disso, sofremos é verdade, mas somos indestrutíveis, ETERNO.
Após a morte nos regeneramos mesmo que demore, e cada vez que saímos de sofrimentos, saímos mais fortes, mais lúcidos, mais espertos, mais cautelosos, enfim MAIORES....
O único relacionamento que vai durar para sempre é o nosso com nós mesmos. Durante a evolução do espírito passamos por uma “dependência externa”, como uma criança que depende dos pais, dos adultos no inicio da vida e depois vai se tornando cada vez mais autônoma, o espírito é a mesma coisa, nós vamos evoluindo, vamos crescendo e vamos aprendendo a usar o nosso potencial, a nossa capacidade e não precisando mais das pessoas em volta, esse processo de maturação chama-se de evolução espiritual ou individualização.
Na vida, vamos aprendendo a não depender das pessoas, do amor, do apoio dos outros e vamos aprendemos a usar o nosso, conosco mesmo.
Muitas vezes encontramos na vida pessoas que nos põe pra baixo, mas se a pessoa já evoluiu espiritualmente ela não se deixa por para baixo, quando o espírito é lúcido dele mesmo ele deixa a pessoa falar e não se importa com isso, ele se banca e é forte contra as pessoas que lhe desprezam, rejeitam, desanimam.
Você não pode responsabilizar os outros por falarem para você, você tem que responsabilizar a você mesmo por ESCUTAR a dar confiança, crédito ao que os outros falam.
Você não tem que ser nada para ninguém, tem que ser você para você, porque é a SUA companhia para a eternidade é VOCÊ.
Pergunte-se: Quem sou eu?
Não se compare com os outros, com padrões de beleza. Acredite em você, em seu potencial.
Faça um contrato com você diga: “Eu sou responsável por mim, ninguém mais”. Dê as coisas para você, descubra a sua verdade, não se engane. Seja um sucesso para você, seja satisfeito com você, o que é seu fica para sempre.
Erre por você, não pelos outros, e se errar banque, pague pelos seus erros, chega de pensar que não vai agüentar, pois você AGUENTA, porque na hora H você não vai SE deixar, se abandonar.
Porque enquanto você não tem uma coisa boa com você, dificilmente você terá uma relação estável com o outro, dificilmente você vai ter uma relação boa com alguém. Porque você vai sempre estar dependendo do que a pessoa acha ou não acha, querendo controlar você, controlar o outro, com cobrança, implicância, com medo que a pessoa vá embora, vira um jogo de sacrifício de um para com o outro e nunca ficarão em paz. Acaba ficando tão chato que um dos dois se cansa e acabam querendo terminar com o relacionamento.
Precisamos descobrir quem somos nós na verdade. Mas temos medo da verdade, aceitamos ilusões, nós perseguimos a mentira sonhadora para não nos magoar.
Se dê força, goste da sua individualidade, aceite você, quando você se aceita os outros aceitam você. Assuma você, drible as situações que o põem para baixo e sua energia muda para melhor.



"Reconhece-se a qualidade dos Espíritos pela sua linguagem; a dos Espíritos verdadeiramente bons e superiores é sempre digna, nobre, lógica, isenta de contradições; respira a sabedoria, a benevolência, a modéstia e a moral mais pura; é concisa e sem palavras inúteis. Nos Espíritos inferiores, ignorantes, ou orgulhosos, o vazio das idéias é quase sempre compensado pela abundância de palavras. Todo pensamento evidentemente falso, toda máxima contrária à sã moral, todo conselho ridículo, toda expressão grosseira, trivial ou simplesmente frívola, enfim, toda marca de malevolência, de presunção ou de arrogância, são sinais incontestáveis de inferioridade num Espírito."
- Allan Kardec